Médico faz alerta para os cuidados
com a gripe H1N1
Lavar as mãos e usar
alcool gel é necessário.
Número de casos de morte aumentou no estado.
É com as temperaturas baixas que eles mais aparecem, o
resfriado e a gripe, quando menos se espera, chegam os sintomas. Neste ano, a
região da Baixada Santista registrou apenas dois casos da gripe do tipo A ou
H1N1. Número bem abaixo do registrado em 2009, quando houve uma epidemia da
doença. Na época, muitos cuidados foram redobrados, limpar as mãos com álcool
gel foi um deles.
Os hábitos de higiene são fundamentais para evitar, principalmente, o vírus H1N1. E é preciso ficar atento aos sintomas, conforme explica o médico infectologista Marco Antônio Barbosa dos Reis. “A H1N1 é uma doença grave. É uma gripe, começa com uma febre alta, 38 graus, é uma característica”, diz o médico.
Os hábitos de higiene são fundamentais para evitar, principalmente, o vírus H1N1. E é preciso ficar atento aos sintomas, conforme explica o médico infectologista Marco Antônio Barbosa dos Reis. “A H1N1 é uma doença grave. É uma gripe, começa com uma febre alta, 38 graus, é uma característica”, diz o médico.
A vacina é muito importante para a prevenção,
mas manter cuidados simples ainda pode ser o melhor remédio pra deixar a gripe
bem longe. “Sentiu o sintoma da gripe, a primeira coisa a se fazer é se isolar
em casa e passar em um médico, em segundo a utilização do álcool gel e tomar
remédio somente com prescrição médica. A vacina é fundamental”, diz o médico
Marco Antônio.
A transmissão da influenza pode ocorrer por
meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao falar,
espirrar ou tossir. Outra forma de transmissão é por meio do contato com
superfícies contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado.
Por isso, é importante lavar as mãos com água e sabão ou uso de álcool gel.
E apesar do registro de apenas dois casos na
Baixada Santista, um levantamento feito pela Secretaria do Estado da Saúde
volta a preocupar. Houve aumento no número de mortes no estado de São Paulo, 45
pessoas morreram em consequência da gripe A, número maior que o registrado no
ano passado, em todo o Brasil.
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