Chuva alaga bairros de Volta Redonda, no RJ
Dois rios transbordaram
após temporal na quinta-feira.
Segundo prefeitura, apesar dos transtornos, não houve vítimas.
Um temporal deixou Volta Redonda, no Sul Fluminense,
debaixo d´água. Vários pontos ficaram alagados, dois rios transbordaram e
carros que estavam nas ruas foram arrastados. Apesar dos estragos, segundo a
prefeitura, não houve vítimas.
“Foi
uma tromba d’água que caiu na nossa cidade, em Volta Redonda, prejudicando
vários bairros. A informação é que o bairro mais castigado é a Vila Santa
Cecília”, explica o secretário de Serviços Publicos, Nelson Gonçalves Filho.
“Alguns
carros começaram a se mover. Foi levantando rápido a água e se não fosse o
poste a água já teria levado os carros”, conta o morador Carlos Henrique Mendes.
Em menos de 1 hora de chuva, o Rio Cachoeirinha transbordou e tomou conta de várias ruas na Vila Cecília. O local, conhecido como Jardim dos Inocentes, ficou debaixo d’água. Vários carros ficaram alagados.
Em menos de 1 hora de chuva, o Rio Cachoeirinha transbordou e tomou conta de várias ruas na Vila Cecília. O local, conhecido como Jardim dos Inocentes, ficou debaixo d’água. Vários carros ficaram alagados.
Um
outro rio, o Brandão, também transbordou e alagou importantes pontos comerciais
do bairro.
“Foi
um volume de água muito grande. A gente ainda vai verificar a quantidade de
chuva que caiu em Volta Redonda e nas cabeceiras dos córregos e à frente do Rio
Paraíba do Sul. Há locais aqui na Vila em que nós tivemos 1,5 metro de água
sobre a via pública”, explicou o coordenador da Defesa Civil em Volta Redonda,
Rodrigo Ibiapina.
Quando
a água começou a baixar é que foi possível ter uma noção dos estragos. O ponto
de ônibus chegou a ser coberto pela água.
“Quando a gente estava passando com a água até na roda (do carro), estava com bastante lama, bateu no tronco, daí morreu e ficou ali mesmo. A gente amarrou num poste só para segurar o carro”, diz o vendedor Douglas Menezes.
“Em questões de segundos mesmo inundou tudo. Não deu nem tempo de descer e pegar nada”, relembra o dentista Randerson Marcelo Baesso.
“Quando a gente estava passando com a água até na roda (do carro), estava com bastante lama, bateu no tronco, daí morreu e ficou ali mesmo. A gente amarrou num poste só para segurar o carro”, diz o vendedor Douglas Menezes.
“Em questões de segundos mesmo inundou tudo. Não deu nem tempo de descer e pegar nada”, relembra o dentista Randerson Marcelo Baesso.
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