Alta nos custos deve reduzir animais confinados em Mato
Grosso
Pecuaristas mudaram de
ideia porque os ingredientes da ração estão caros.
Estratégia está dando
certo porque a chuva garantiu pasto por mais tempo.
O
espaço para o confinamento do gado em uma fazenda na Chapada de Guimarães está
vazio. O dono, Guilherme Nolasco, preferiu deixar os animais só no pasto.
Uma pesquisa do Imea, Instituto Mato Grossense de Economia
Agropecuária, aponta que os pecuaristas do estado devem confinar cerca de 740,4
mil cabeças. Este número é 9% menor se comparado com o ano passado.
Um dos fatores que os criadores consideram é o valor da arroba
do boi gordo, que atualmente é de R$ 81, preço 6% menor que no começo do ano e
muito parecido com o de dois anos atrás.
“A arroba hoje produzida no cocho, com a alta dos insumos,
ultrapassa os custos de venda. O custo de produção está mais alto que a venda”,
explica Nolasco.
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